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domingo, 22 de maio de 2011

Música Rock e Violência

O concerto do grupo "Guns N’ Roses" no dia 2 de julho de 1991, na cidade de St. Louis no estado de Missouri, terminou em uma tremenda desordem de 2.500 jovens enfurecidos e como resultado 60 vítimas.
A revista "Rolling Stones" informou, que os participantes deste concerto entraram em delírio, arremessando garrafas, destruindo assentos, rasgando arbustos, queimando e destruindo instrumentos musicais ... Esta desordem continuou por mais de 1 hora, até a chegada de um destacamento policial especial para restabelecer a ordem.[24] A violência nos concertos rock às vezes leva a assassinatos.
Na cidade de Jefferson-Township no estado de New Jersey, um jovem chamado Thomas Sullivan matou a facadas sua própria mãe, Betty Ann, no porão de sua casa. Depois ele ateou fogo no sofá, com o intuito de incendiar a casa e matar seu pai juntamente com seu irmão mais novo; fugindo da casa incendiada, se suicidou cortando os pulsos. Durante uma semana inteira antes do crime, ele cantarolava uma canção sobre o sangue e o assassinato da mãe. Mais tarde a polícia descobriu, que Thomas foi um estudante talentoso, um ótimo desportista e era escoteiro. Ele começou a gostar da música "Heavy Metal." Antes do crime ele confessou aos amigos, que satanás havia aparecido a ele, ordenando a matar a família.
Cada vez mais está presente a violência na música rock. Por exemplo, uma canção denominada "Eu mato as crianças" do conjunto de rock "Dead Kennedy" diz: "Eu mato as crianças. Estou me deliciando ao vê-las morrerem. Eu mato, para que as mães delas chorem. Eu as esmago com as rodas de meu carro e com satisfação ouço os seus gritos. Eu dou a elas bombons envenenados e estrago-lhes a festa do Halloween. Eu mato as crianças batendo suas cabeças contra as portas. Eu mato as crianças e mal posso esperar o momento de matar também a sua." No álbum "Hell Awaits" (O inferno espera), da orquestra "Slayer" (Matador) ouvimos o apelo: "Mesmo que você sobreviva às minhas facadas brutais, eu te perseguirei até o fim."
No disco "Iron Maiden" o herói das canções Eddy é um homem que está se deliciando com a chacina. De acordo com o brutal e satânico assassino Richard Ramirez a canção do disco "AC/DC" — "Night Prowler" (Vagabundo Noturno) motivou-o a assassinar 30 pessoas. Esta canção contém as seguintes palavras: "Ninguém te advertirá, ninguém gritará ‘Cuidado!’ — até que sintas uma faca de aço perfurando as tuas costas. Eu sou o Vagabundo, caçando você."
Um estudo revelou, que das 700 canções mais populares do "Heavy Metal," 50% falam sobre assassinatos, 35% sobre satânicos e 7% sobre suicídio.
A professora de lírica da Universidade de New York, Sheila Davis, esta convencida que "é necessário prestar a mais séria atenção ao conteúdo de canções populares e levar-se em conta não só o que elas propagam, mas também que resultado elas trazem."[25]
O Conselho Nacional das Igrejas publicou uma pesquisa, onde se percebe, que o aumento da violência na juventude é o resultado direto, do violento conteúdo dos filmes e músicas contemporâneas.[26]
Paralelamente com a agressão a outros, a sua força destrutiva pode ser dirigida contra o próprio ouvinte da música. Alguns dos compositores de rock convidam ao suicídio; às vezes só insinuando-o, outras vezes propagando-o diretamente.
Assim por exemplo, o compositor Ozzy Osbourne na sua canção "Suicide Solution" — "Solução no Suicídio" diz: "O suicídio é o único caminho para a liberdade." Na canção "Suicide’s Alternative" — "Alternativa do Suicida" ouvimos: "Eu estou cansado da vida — ela é insuportável. Eu estou deprimido e cansado — ninguém tem nada a ver com isto. Eu estou repugnante comigo mesmo — eu não quero viver. A vida me encheu — já está na hora de morrer. Suicídio — eis a saída." "Sacrifique a vida e cometa o suicídio. Fazendo isto em nome de satanás, você ficará imortal como ele." — Estas são as palavras de uma canção do "Heavy Metal" dedicada a satanás.
Uma psicóloga educacional, Dra. Hannelore Wass, considerada especialista em óbitos e agonizantes, concluiu: mesmo que só 17% da juventude ouça música de um caráter evidentemente destrutivo, a quantidade de jovens delinqüentes, ouvintes deste tipo de música, chega a 40%. Além disso, quase metade das pessoas entrevistadas reconheceram, que tais canções podem mesmo inclinar, uma pessoa desequilibrada e deprimida a se suicidar. Em vista disso, Dra. Wass chegou à conclusão, que de fato é importantíssimo para os pais saberem, que tipo de música seus filhos ouvem e prestar muita atenção a qualquer sinal de anormalidade no seu comportamento.[27]
Tais pesquisas levaram a National Education Association a concluir, que perto de 6000 suicídios de jovens por ano, foi a conseqüência de uma música niilista e fatalista.[28]
Um psiquiatra de Palm-Springs, California, Dr. Morton Kurlan, cujo paciente John McCollum se suicidou após ter ouvido o disco de Ozzy Osbourne, disse: "É inegável, que o sadismo, masoquismo, sangue e violência, trazem um enorme lucro aos fabricantes de discos e filmes de rock. Mas estes produtos, são capazes de empurrarem no abismo jovens emotivamente instáveis."[29] Como sabemos, milhões de jovens sofrem de uma desordem interna.
A esta altura, devemos nos dar conta de que o conteúdo niilista, afastado da realidade, reflete o verdadeiro ânimo e a verdadeira vida das estrelas do rock. Por exemplo, a biografia do Pink Floyd "Saucerful of Secrets" escrita por 2 líderes deste conjunto, mostra todas as tragédias pessoais da vida daqueles, que estão de acordo com estes excessos.[30]
Os autores Schwarz e Empey notaram: "Das conversas com alguns músicos, envolvidos com satânicos e também nas discussões com especialistas, historiadores e psicólogos que procuramos para conselhos, vimos claramente o seguinte: todos aqueles que preferem o satânico ante o Cristianismo, querem imediatamente saciar os seus desejos: dinheiro, poder e vida sem controle. Muitas das estrelas do rock quando perguntadas disseram, que sonham com uma vida num mundo irreal e riquíssima e que consentem em morrer ainda jovens, em pagamento pela fortuna recebida."
Ao tomar conhecimento destas estrelas, através dos especialistas em necrologia, percebemos a verdade de suas declarações. Muitos deles morreram cedo devido ao álcool, drogas ou em desastres, resultante do abuso de semelhantes produtos.[31]
Os próprios nomes dos grupos do "Havy metal," ainda conhecido sob o nome "Metal da morte," glorificam a morte e destruição. Por exemplo, Blessed Death (Abençoada Morte), Carnivore (Carnívoro), Coroner (Médico Legista), Destruction (Destruição), Mace (Cassetete), Malice (Malignidade), Overkill (Super Assassino), Rotten Corpses (Corpos em Decomposição), Sacrifice (Sacrifício), Violence (Violência), e outros.[32]
A revista da sociedade médica americana escreveu: "O conteúdo destrutivo e sexual do vídeo rock desorienta muitas pessoas. Uma pesquisa mostrou que entre 200 filmes assistidos, a violência predominava em 57% e cenas de sexo em 75% ... Metade das mulheres nestes filmes estavam vestidas de uma maneira provocante ... É óbvia a ligação direta entre o conteúdo destrutivo destes filmes e a subsequente conduta violenta da juventude."
Este mesmo artigo demonstra, que os mais bárbaros assassinatos foram cometidos em conseqüência do fascínio pela música do "Heavy metal." Ainda mais; às vezes os crimes eram cometidos imediatamente após as pessoas assistirem os filmes de vídeo rock. Dr. Gerbner e seus assistentes comprovam a influência negativa destes filmes e destas músicas no relacionamento entre as pessoas na sociedade de hoje.[33]
Um psiquiatra do estado de Tennessee disse na comissão do Senado, que o "Heavy metal" é um veneno para os adolescentes, bem como para pessoas que abusam de drogas excitantes. "Esta música é como gasolina despejada em um incêndio; arde com ódio e raiva," disse o Dr. Paul King, professor assistente da Clínica de Psiquiatria Infantil e Adolescente da Universidade de Tennessee. De acordo com o Dr. King mais de 80% de seus pacientes adolescentes, ouviam diariamente por um longo período de tempo músicas do "Heavy metal." Eles estavam familiarizados com todas as palavras e as escreviam em seus cadernos e nas carteiras das salas de aula. (Wass, et. al., Adolescents’ Interest, King, "Heavy Metal Music").
Não há dúvida, que para um cristão, a blasfêmia, a vulgaridade, a depravação e a violência propagadas pela música rock de hoje, são diametralmente opostas ao plano de Deus, para a salvação das pessoas.

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