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domingo, 22 de maio de 2011

Rock e Sexo

Os fatos demonstram, que a música rock estimula a depravação sexual. Conforme a revista "US News and World Report" de 19 de março de 1990, atualmente há 13 grupos de rock, com nomes de órgãos sexuais masculinos, 6 com nomes de órgãos sexuais femininos, 4 com variações dos nomes de esperma, 8 com nomes ligados ao aborto, 1 com o nome de uma doença do útero. Existem adicionalmente dez grupos que têm nomes de diversos atos sexuais e 8 incluem palavras obscenas.
A música rock atual é saturada de elementos de atos sexuais extra matrimoniais, de infidelidade conjugal, de sadismo e masoquismo, de homossexualismo, de estupro e necrofilia. Muitas vezes as canções rock encorajam fazer sexo com qualquer um, não importa com quem. Por exemplo, as canções de Marvin Gaye "Sexual Healing," — de Queens "Body Language," — de George Michael "I Want Your Sex," — de Madonna "Chemical Reaction," — de White Snake "Still of the Night," as composições de Prince e uma infinidade de outras iguais a estas, têm como tema uma só coisa: a depravação sexual. Naturalmente, na maioria das composições a depravação é mostrada como algo belo e atraente.
Simultaneamente e paralelamente com isto, temos uma total degradação da compreensão: mulher, mãe, virgem e noiva. Todas elas se transformam em objeto de um desenfreado, animalesco desejo sexual. Por exemplo, as canções "Eat Me Alive" (Coma-me viva), e "Judas-Priest" (Sacerdote Traidor), exaltam a êxtase sexual de um tarado, que com um revolver obriga as mulheres a se submeterem a seus desejos. Para não envergonhar o leitor, deixaremos de citar outros exemplos, que documentam este lado do rock.[22]
Allan Bloom tem razão quando afirma, que "na sua essência a música rock contem só um apelo bárbaro: querer o sexo. Aqui não há lugar para amor, só existe um delírio sexual selvagem, animalesco, o mais primitivo e desenfreado possível. Valendo-se da autoridade pública, a indústria de entretenimento, a música rock oferece às crianças, num prato dourado, justamente tudo aquilo, contra o qual lhes haviam advertido os seus pais, explicando para eles que é ainda muito cedo para conhecer certos assuntos... A juventude reconhece, que a música rock tem o ritmo de um apelo sexual ... No passado, não existiu nada no mundo das artes, que estivesse direcionado tão claramente à depravação da juventude. As palavras das canções, direta ou indiretamente, descrevem o ato de satisfação sexual e mostram estes atos como completamente naturais e lícitos para adolescentes. E isto é apresentado aos meninos, que ainda não têm nem a mais elementar opinião sobre o amor, o casamento e a família. Esta música tem uma influência muito maior do que uma pornografia aberta. Os jovens não precisam mais observar o comportamento dos adultos. Agora eles podem experimentar tudo eles mesmos. Os espetáculos e livros pornográficos ficaram para trás, para os velhos pervertidos; uma vida sexual ativa é para os jovens. Eles precisam só de uma coisa: encorajamento."[23]

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